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amar e libertar ou entender e reduzir a pó?
Hoje eu entendo quem tem mania de limpeza. Existe cor melhor, para contrastarmos algo, do que o branco? Às vezes, sim. O preto faz um fundo muito belo quando as cores são vivas. Mas nem sempre a vida é quente. Há tom mais frio e opaco que o pastel? A transparência só fica visível quando há sujeira. E desta, temos que nos livrar.
Precisamos nos livrar!
Hoje eu entendo quem tem síndrome de esquilo. Existe fetiche maior, para anestesiar a ansiedade, do que colecionar? Às vezes, não. Doações são sempre bem vindas quando as intenções são boas. Mas nem sempre o bem está sendo praticado. Há teoria mais atualizada que viver? Sobreviver é chato e deixa a vida meio numa casca de noz. Vamos soltar esses grilhões da tristeza, da chatice, do tédio...
De tudo que não seja útil.
Hoje eu entendo quem tem necessidade de se ver no espelho. Existe amor mais verdadeiro, para cada um de nós, do que o amor próprio? Às vezes, sim. Afinal, amar o próximo ainda é mandamento bíblico. Mas nem sempre a gente crê em Deus. Há certa dificuldade em ser humano. O mundo que nos cerca deveria ser mais bonito. Mais... Humm...
Belo.
Mas hoje, eu realmente... Juro. Juro que tento entender... Mas não consigo. Não consigo entender porque diabos, ou, porque raios que nos partam, ou porque macacos me mordam, tem gente... Gentalha, né, tesouro? Que ainda insiste, teima, bate cabeça ou pé, e continua levando e andando e vivendo, sem ter a meta da alegria. Não cabe. Não aceito. É inadmissível seguir triste, quando se poderia caminhar feliz. Sem vocês, o mundo seria melhor... Na pior das hipóteses bom.
Ou alegre.
Escrito por Henrique Wollny �s 21h21
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arquitetando uma ida a ouro preto
Dentre os lugares que eu já visitei, existe um que eu acho muito legal. A cidade de Ouro Preto. Além do blábláblá histórico e da aparente imagem provinciana (e todas as contradições que o choque com o real permitem), há um elemento que muito me fascina.
A arquitetura barroca.
Mas ingênuo é o leitor que achar que o supra sumo de Ouro Preto é a arquitetura européia suplantada em território nacional. Existe todo um ambiente boêmio e acadêmico-universitário por lá. E a bagunça pós-moderna que rola por lá... Meu caro!
Não é nada antitética
Seria semelhante à uma viagem com tudo pago para a Disney. É a melhor metáfora psicodélica para uma juventude, ou até mesmo uma simples ida, em Ouro Preto. Já foi capital de tudo, aquela cidadezinha, ilhada naquele mar de morros. Um misto de Sodoma e Gomorra. Há um glamour que paira no ar ali em cima. Há algo de babilônico por lá. Há um luxo luxurioso que só!
Só é um quê de faraônico.
E eu aqui, idealizando minha ida aos brinquedos da Disney mineira... O negócio é largar o lápis, parar de ficar olhando para o relógio, na censura e na fissura de ver meu tempo passar, arregaçar as mangas da calça, atrapalhar os cabelos, estapear de leve o rosto e começar a andar. Ir. E parar de ficar parado.
No meio dessa mediocridade toda.
Escrito por Henrique Wollny �s 13h55
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iconoclastia, ou the clash of the icons.
A cultura pop é hoje, a cultura mais rica em termos de imagens e tipos. É o verdadeiro compêndio das tribos e um manual de etiqueta social. E se tem etiqueta social, é porque há a necessidade de se conviver num grupo ou comunidade. É a tal da sociedade. E em como toda festa boa, tem que ter comida, bebida, alegria e paixão. E tudo isso movido por um elemento essencial:
Música boa para dançar.
Então, nada mais natural que o universo da música pop ditar inúmeros comportamentos da sociedade. É o manual ditado pelas celebridades. Outro jeito de ser celebridade é jogando bola. Mas não basta só fazer a propaganda para a Nike. Tem que ter talento. Tem que saber chegar junto, cabecear, dar raça, suar a camisa. E, no contrataque, o bom jogador marca. O nível de excelência só chega quando ele faz de um jeito.
É quando fecha a marcação na parte aguda.
A questão das celebridades já foi mais do que discutida aí no mundo. Basta trilhar os mesmos caminhos que ícones trilharam. Mas e o conteúdo? Chegou a hora de rever o conteúdo da cultura pop. Entramos numa onda de ficar sendo super críticos e a minhoca gigantesca que nossa arte se transformou começa a se retroalimentar. E sabemos, eu e você, que a arte anda mal das pernas. Se não sabia, ficou sabendo. Te dou esse toque.
Te cutuco.
Bons eram os tempos em que fazer caridade é que era o caminho para a celebração. Em todos os sentidos, claro. Mahatma Gandhi, Malcolm X, Jesus Cristo, Maomé e é claro, a grande diva do bem.... Madre! Teresa! Deeeeeee...
Calcutá!
Escrito por Henrique Wollny �s 19h07
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etiqueta nonsense
Alguns dias atrás, estávamos, eu e uma amiga, prestigiando o aniversário do irmão dela. Com a nova lei que discrimina os fumantes, fui lá para fora dar uma pitadinha num cigarrinho. Faço idéia como vai ser na época de chuva. Ô leizinha fiádaputa, essa, viu? Mas... Deixe estar. Precisávamos e ainda precisamos de mais leis que organizem a qualidade de vida no país.
Se nós, atrasados, quisermos desenvolver.
Surreal esse dia. Ao final deste cigarro, eu contava para minha amiga o que recém me havia acontecido. Dei uma bronca num mendigo, ensinando a ele como pedir as coisas. Ela, descrente, me perguntou:
Precisamos educar nossos mendigos?
E eu contei o ocorrido, da mesma forma que lhes conto agora (tirem vocês, suas conclusões): um sujeito fedendo, feio e com cara de drogado, me aborda: “oi... o meu cartão bhbus estourou o limite”. Pensei: “quer dinheiro para drogas ou para voltar para casa” e disse: “olha, irmão, não posso te ajudar hoje”. Ele ignorou (odeio quando eles ignoram) (da mesma forma que eles devem odiar quando nós ignoramos). “eu moro no floresta”. Sem dinheiro no bolso, apontei o caminho para ele e expliquei que ele poderia, rapidamente, chegar em casa. Foi quando ele me pediu um cigarro, revelando o que queria desde o início: “na verdade, cara, eu só queria um cigarro”. Não cri no que ele falava. Dei uma bronca, dizendo que não era assim que se deveria pedir as coisas para as pessoas, principalmente, mal encarado, fedendo e sujo. Tudo o que me faltava. Ensinar etiqueta para mendigos. Precisava enrolar tanto? Porque não foi logo ao ponto? Queria só ver até onde ele conseguiria me esmolar? Ele queria fazer hora com minha cara?
Ou barbarizar aquele que parece ser da elite?
Escrito por Henrique Wollny �s 17h45
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teoria ficcional com exemplo verídico
Numa dessas aulas de literatura que tive por aí, lembro-me de uma fala de um professor que, de certa forma, marcou minha vida, por romper inúmeros paradigmas à La Nietzsche: “todo ato de narrar é um ato de ficção”. Simples. Se você não viveu o fato, todo e qualquer contato com o mesmo é fictício. Complicado demais, aceitar isso.
Vou lhes contar uma história.
No dia onze de setembro de 2001, dois aviões foram enviados certeiramente para o World Trade Center. No alvo. O país norte-americano entrou em frenesi. O mundo ficou de cara. Até que nunca teve interesse por macro-política começou a debater o assunto nas mesas dos bares. Foi chocante. O maior tapa de luva dado nos Estados Unidos, dentro do quintal deles.
Bin Laden foi o protagonista.
A cara do árabe ficou famosa. Está em todos os sites das polícias internacionais. É o mais procurado de todos os tempos. Resultado? Uma expedição ao Afeganistão, atrás da caverna de Bin Laden. Mais além, na linha cronológica, uma invasão ao Iraque. Mil poços de petróleo. Guerra civil. Milhares de mortos. A história das guerras, sempre é uma narrativa trágica. Os sobreviventes mais valentes e letrados vão dar seu testemunho.
Mas o Tio Sam é quem é o narrador.
Verdade ou ficção? Quem estava lá, jura de pé junto que era verdade. Quem mora em outro país, quer que um raio caia em sua cabeça, se não for mais uma teoria da conspiração. No final das contas, a discussão sobre a validade das narrativas não deveria ser essa. O ponto-chave é a verossimilhança. Quanto mais parecido com o real, menor é o caráter ficcional de uma narrativa. Volte aí, nos seus livros, quadrinhos e filmes favoritos. O bem sucedido é aquele que mais chega perto da realidade. Pode até ser mentira, pode até ser que seja verdade.
Independente, você é o entretido.

Escrito por Henrique Wollny �s 13h27
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sobre a copa – parte iii
Continuando nossa cobertura sobre a copa do mundo, as oitavas de final aconteceram e os jogos foram interessantemente emocionantes. Ou emocionantemente interessantes. Um equilíbrio entre os dois, talvez. Grande dia o da Argentina e da Alemanha. Juízes cometendo erros gravíssimos e técnicos advogando a favor de sua vitória nas coletivas pós-jogo. Papo emocional. Papo interessante.
É papo de popstar.
Na sequência narrativa interessante e emocionante para que meu texto faça sentido, voltemos dois dias antes do anterior. Partidas emocionantes por um lado, dos guerreiros, valentes, jogadores da Coréia do Sul e Estados Unidos. Enquanto o jogo estava mais interessante para Uruguai e Gana. É a revolta do terceiro mundo? É papo emocional, é papo interessante.
É papo de político.
E depois da péssima atuação de Portugal contra o Brasil, os espanhóis é que levaram a melhor, contradizendo as previsões e predileções dos comentaristas esportivos. O Japão, pobrezinho. Veio com todos os ensinamentos antigos da cultura oriental. Com todo o metodismo dos artistas marciais. Toda a seriedade de uma cultura. Todos acreditavam. Mas o Paraguai é quem acertou a loteria dessa vez. Sorte ou azar? É emocionante e interessante esse papo...
É papo de Mãe Diná.
Um dia antes do último episódio narrado, mais dois jogos emocionantes. De um lado a Eslováquia, tentando vencer um tabu e voltar a se consagrar como um grande time da constelação dos melhores do mundo. Do outro, o Chile, tentando uma revolução com cara de motim revolucionário de universitário de faculdade de ciências humanas. Querendo mudar a realidade mesmo. Meio Xiitas no negócio. Tomou de um lado uma pancada pra ficar esperto, dada pela Holanda, digníssima laranja mecânica e um xabu mais divertido que piruzinho com o primo mais novo na roda, dado pelo Brasil, magnânima seleção canarinho. Futebol não é importante para o brasileiro? Conversa fiada? Não!
É tudo papo furado.
Escrito por Henrique Wollny �s 17h14
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sobre a copa – parte ii
E seguindo o esquema comentarista, mas sem ser contratado por nenhuma emissora, vou dando as notícias da copa do mundo, aqui, mais uma vez. Hoje, a bola rolou com grande estilo. Dia de finalização de grupos e preparação para a segunda fase. Os jogos televisionados foram França e África do Sul e Argentina e Grécia. Durante este último, um jogo amarrado até metade do segundo tempo, aconteceu um momento muito insólito, porém, divertido.
Galvão Bueno pediu perdão ao telespectador por estar rouco.
Tudo bem, vai. Vocês podem pedir ao papa minha excomunhão e minha crucificação. Mas eu assisto na Globo mesmo. Nas bandas onde moro, é o melhor sinal da TV aberta. Logo, tive que ver o jogo lá mesmo. E, consequentemente, tive que ouvir esse grande pedido de desculpas. Isso me lembra o Edinho, filho do Pelé, pedindo desculpas à torcida santista por não ter seguido a carreira de atacante. O torcedor santista deveria cobrar é do Pelé, que deve ter criado o filho mal e este se transformou no tormento de qualquer camisa onze. Um goleiro. O povo que me perdoe, mas...
Eu só aceitaria desculpas do pai!
No final das contas, a Argentina elimina a Grécia. A Nigéria correu, pedalou e nada. Melhor para a Coréia, que vem aí, na copa, disputando com duas seleções (a do Norte e a do Sul). Já no Grupo A, levou ferro a África do Sul, dona da casa e dona dos lamentos, e a França. É. Não teve Henry que agüentasse o tranco dos latino americanos sagazes do Uruguai e do México. Última colocada do grupo, a França viveu momentos mais dramáticos que o da revolução francesa. Ponham a culpa no Robespierre!
Afinal de contas, foi ele quem cagou no mundo.
Escrito por Henrique Wollny �s 18h40
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sobre a copa
Começou a bagaça. A disputa pelo título de melhor seleção de jogadores do mundo. Uau. Como são entediantes esses discursos e comentários que antecedem o jogo. Falcão já nos disse aí: “eu quero ver gol”... Não quero ouvir as merdas que o pessoal da Globo fala! Quando o saco está prestes a estourar, o juiz apita o início do jogo... E a bola?
Rolou!
Quero destacar a brilhante atuação da seleção da Alemanha. Não sei se o técnico tem vocação para Führer, mas a coordenação entre os atletas é fruto de um trabalho técnico muito violento. Ponta de tecnologia. Se a Alemanha não papar esta copa, com certeza vai ganhar muita coisa no futuro próximo.
Finalmente!
Pois andava muito nadando até a praia e morrendo por lá. Destaque, também, para o jogo da Espanha. Espanhol deve ser um povo que não curte ficar em destaque, porque a seleção favorita de meio mundo entrou em campo tão assustada que eu senti que eles ficaram com vergonha. E a Suíça, um país completamente neutro, levou a vitória para a próxima fase. Tudo isso na hora do almoço. Se a Rede Globo descobre que passar futebol na hora do almoço seria garantia de audiência, estaríamos ferrados... Mais do que uma mula sem vergonha... Seria como se fôssemos...
A primeira zebra da copa!
Escrito por Henrique Wollny �s 18h33
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números importantes da copa
Ah! Copa do Mundo! Futebol! O ópio do povo! Galvão Bueno vibraria ao narrar que as seleções convergem para Johanesburgo para enfrentar-se no melhor exemplo contemporâneo do Circo Máximo. A única diferença é que os derrotados não vão ser engolidos por leões ou atropelados por elefantes. É um espetáculo a parte para todos que amam o futebol.
E quem não gosta de futebol?
Ou desliga a televisão e se isola do mundo neste mês, ou procura, dentro desse universo maluco, alguma coisa para se divertir e distrair. Enquanto o verde e amarelo dominar geral, você pode se divertir olhando e pronunciando os nomes dos jogadores. Diversão garantida, quando chegamos aos nomes latino-americanos ou aos impronunciáveis nomes asiáticos.
Uma coisa que gosto de observar são as estatísticas: Os jornais sempre colocam um monte de número e acabam não falando nada. Detém-se nas estatísticas e o essencial mesmo, que é “quem vai ganhar essa porra?”, eles não falam. Número bom é o 10, da camisa do centroavante. O resto que se exploda! Esse povo do jornalismo esportivo é muito surtado.
Ou é ruim da cabeça.
Agora. Se você não gosta, mas adoraria fazer parte desse movimento, então meu conselho é, certamente, leve em consideração a prática do esporte. Sim. Jogue bola. Quando você joga bola, você percebe o que é que rola dentro do campo ou da quadra. Isso faz com que você entenda quando estiver assistindo. Ajuda a evitar perguntas como “quem é aquele cara de preto e amarelo correndo atrás dos outros?” e as famigeradas discussões sobre “estava impedido ou não?”.
Viva e jogue e viva o futebol. E caso você descubra ser um talento no esporte, você pode montar um time e marcar uma pelada com outro time. E aí a coisa fica muito interessante. Só não vale ficar sentado no sofá, sem saber nada, falando asneira, sem nunca ter jogado bola dignamente. Para fazer isso, tem que ser comentarista da Globo... Aquele que não jogar bola durante a copa é um chato!
Ou é doente do pé.
Escrito por Henrique Wollny �s 15h24
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das lendas urbanas
Se existe algo que o povo curte fazer é falar. E fala de tudo. Desde assuntos complexos, como a complexidade da alma feminina, a assuntos mais simples, como a melhor escalação possível para a seleção brasileira. De médico e louco, todo mundo tem um pouco. De todo esse volume que o povo fala, o que mais me intriga são as lendas urbanas.
Há por aí quem acredite.
Quem aí foi criança e brincou num jardim? Lembro-me de uma criatura fantástica que habitava os jardins da casa de minha avó: o tatu-bolinha. Tal como o pégaso era um animal mitológico para os gregos, o tatu-bolinha o é para nós. Coisa de maluco. E por falar em maluco, dizem por aí, que se você fumar casca e/ou fiapo de banana, você fica doidão. Segundo fontes obscuras, existe THC (The Holy Chemical) nas bananas. Com certeza é história de um latifundiário ou um maluco que fumou uma bananeira. Vai arriscar fumar banana?
Eu certamente não!
O boneco do Fofão com uma adaga vodu no pescoço. Maçãs com navalhas. Loiras da estrada, do banheiro, do cemitério, da lagoa, da floresta, do caralho a quatro. Vampiros e lobisomens. Amor a primeira vista. Agulhas com HIV nas cadeiras dos cinemas. Mendigos com saco raptores de menores. Estripadores de ganchos nas mãos. Estupradores de matas de universidades. Alma gêmea. Mitos e folclores locais e a paz mundial. É a psicose em peso. Todo tipo de lenda. É a histeria em massa. Toda espécie de superstição.
Acreditar em superstição dá azar!
Escrito por Henrique Wollny �s 17h32
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