|
 |
Ideias reflexivas de um sábado monotono...
HISTÓRIA DAS IDÉIAS
Primeiro surgiu o homem nu de cabeça baixa. Deus veio com raios. Então apareceram os bichos que comiam o homem. E se fez fogo, as especiarias, a roupa, a espada e o poder. Em seguida se criou a filosofia, que explica como não fazer o que não devia ser feito. Então surgiram os números racionais e a história, organizando os eventos sem sentido. A fome... desde sempre, das coisas e das pessoas. Foram inventados os calmantes e os estimulantes. Daí... alguém apagou a luz. Desde então, o que restou do homem se vira como pode, arrancando as cascas das feridas que alcança preocupando-se apenas que o próximo não esteja "tão" proximo...
E a cada dia que vivo, tenho cada vez menos certeza que temos certeza de alguma coisa!
Escrito por Descente �s 20h41
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
da extrema falta de inspiração
É. Eu sempre disse que isso era bobagem, que era fácil escrever textos o tempo inteiro. Mas, em alguns momentos da sua vida, aquela maldita mulher gostosa e bela como a Angelina Jolie (pausa para o suspiro) (aiai...) (a musa inspiradora), não aparece para assoprar as idéias na sua cabeça, não vem e te dá aquela chacoalhada para fazer funcionar o esqueleto e muito menos aquele choque na fuça para ativar qualquer espécie de brainstorm.
O processo de criação é complicado não?
É mais quântico do que parece ser. O que é uma idéia? É algo palpável? Não. Então, é algo abstrato. Certo. Mas e aí? Porque vivemos sempre tendo idéias? Seriam elas alavancas motrizes de algum processo vital? Será que ter idéias nos faz viver melhor? Se sim, quais os tipos de idéias que são mais necessários para nós, meros mortais?
Não sei.
Só sei que ficar sem idéias é muito ruim. A criatividade é uma necessidade, uma capacidade, uma arte que deve ser exercitada o tempo todo. Se assim não o for, começa a haver ócio. E onde há ócio, existe merda.
Aposto que Nero, quando botou fogo em Roma estava com tédio. E o cientista que fabricou a bomba atômica de Hiroshima também. Sem falar em Hitler, quando escreveu Mein Kampft.
Alguns sujeitos, ao contrário destes, utilizam o ócio de maneira criativa.
Benjamin Franklin, descobriu utilização para a eletricidade empinando pipa num temporal (ele realmente estava com tédio, para chegar a esse nível). Albert Einstein, ficou viúvo. Sem sexo, sem alegria, entrou no tédio e descobriu a existência do Fóton, dando energia a corpuscularidade da luz. Leonardo Da Vinci, ficou entediado, fez um monte de desenhos, até mesmo pintou alguns quadros. Mendel, separava ervilhas e inventou todo um sistema de análise hereditária.
E é aí que me pergunto.
Porque não inventei ou descobri algo ainda?
Não basta estar entediado. Você tem que estar entediado e ter disposição para fazer qualquer coisa. Opa, eu disse qualquer coisa. Desde contar ervilhas até empinar pipa, de noite, num temporal. E além disso. É preciso algo mais.
O algo mais, não tenho nem idéia do que seja.
Mas um dia descubro.
Enquanto isso, vou ali dentro, ver quais as melhores maneiras de se amarrar um cadarço num tênis. Se eu não voltar, é porque ganhei um prêmio Nobel.
Escrito por Master �s 02h24
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
http://nonacuca.zip.net
Data de início: 18/02/2005
Data de término: 18/03/2005
É, mais um ano que sai, outro que entra. E
como tudo nessa vida que dura mais de um ano, o Nó na Cuca conseguiu atingir a
incrível meta de 365 dias online.
E para isso, vamos comemorar (além das
10.000 visitas) seu um ano de vida abrindo mais um concurso para
escritores. Dessa vez, qualquer sexo, qualquer idade, porém, com tema fechado.
Ponham essas cucas para fritar e escrevam sobre a AIDS (é, ela mesma, nunca
escrevi sobre ela...).
Enviem o texto para fanatic4moggs@bol.com.br
Resultado sai no mês que vem. Então, canetas
ou teclados a mão, e cuca a obra! É isso, aí!
E vamo que vamo!
Categoria: Evento
Escrito por Master �s 03h34
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
meu querido diário... - parte 5
"Eis que um belo dia, um homem decide se aventurar no universo feminino. Não. Ele não está em busca de sexo. Muito menos em busca de carinho ou afeto. Ele procura uma compreensão. Ele procura motivos, causas e circunstâncias, para melhor entendê-las e saber lidar com as situações onde sua ajuda é requerida. Ao longo do tempo, ele conseguiu coletar algumas informações, mas agora, ele precisa ir além da teoria. É necessário juntar o saber ao fazer para então atingir o compreender..."
E vamos ver mais uma das peripécias do escritor que quer compreendê-las. Pois é. Após muitos dias (e bota muitos nisso) parado com a série Meu Querido Diário, escrevo novamente para relatar minha primeira depilação.
Calma, calma. Não criemos pánico.
Como eu queria deixar o cabelo crescer e acabei passando no vestibular, meus queridos amigos resolveram depilar-me.
"Pega a sombrancelha!"
Não. Depilar a sombrancelha é sacanagem. eu ia ficar boca, nariz, olhos, uma grande mancha branca, testa e cabelo. Não. Não é sacanagem. É judiação.
"Depila as pernas!"
Eles iriam me privar de andar de bermudas. Eu não quero que as pessoas saibam que depilei (então porque escrevo no blog né?). Se tivessem depilado-me as pernas, todos iriam vê-las. E até explicar a história toda... É. Seria complicado.
Foi aí, que algum gênio gritou do canto (sempre tem um filho da mãe não?).
"Pega a barriga!"
Quando eu gritei não, mas com todas as minhas forças, eles me seguraram.
Eu sabia que a palavra "não" não deveria existir no meu vocabulário. Eu daria tudo para voltar no tempo e jamais ter perguntado o significado dela.
Me seguraram até a vizinha ir na casa dela, buscar a cera, esquentar e mexer com a colherzinha e a espátula. Cada segundo sádico da tortura foi-me corroendo por dentro. Eu suava frio. Tentava me debater. Mas meus pequenos amigos não me permitiam a liberdade.
Quando já havia me conformado com a depilação que estava por vir, eis que a primeira gota daquela maldita cera laranja-rosa pinga em mim.
Nossa, mulheres, vocês são fodas. Além de sexo anal, botar menino pelas pernas, piercing, tatuagem, menstruação e cólicas, vocês ainda depilam com cera quente.
Passaram a primeira mão de cera na minha barriga.
Minha barriga era uma daquelas concorrentes a magistrais. Branca, inchada de cerveja e peluda. Hoje ela ficou branca, flácida e lisa.
Como se não bastasse a dor da cera, depois que ela esfria, você tem que arrancar (afinal de contas, não queria viver com aquilo grudado em mim o resto da minha vida). Eis que novamente meus amigos, vão arrancando fio a fio. Eu sinto cada um deles despregando de mim, como se fosse hoje.
Fiquei com a barriga rosa por uns dois dias.
E quando achei que tudo voltaria ao normal, um ou outro pêlo encravou. E minha mãe do céu. Como coçam esses malditos cabelos crescendo. A sensação de crescimento é igual a da barba crescendo no pescoço, onde tem aquela dobrinha. A medida que os pêlos vão crescendo e espetando, vai coçando. E se for igual barba, estou esperando eles curvarem e encostarem na superfície da pele de novo.
Agora.
Se a barriga doeu (pra caralho), e se o pós depilação incomoda (demais), imaginem elas, que depilam uma zona do corpo, desejada por muitos e explorada por poucos, denominada pelos anatomistas de virilha?
A cada maluquice que vivo, admiro-lhes mais.
Escrito por Master �s 03h33
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Pára que eu quero descer
Não sou crítica de filmes, nem me pretendo a tanto. Mas esse filme mereceu minhas inquietações e devaneios. Começando pelo nome: Closer – Perto Demais. Deveria se chamar “Colder”, ou “Quanto mais frio melhor”. Se bem que, dessa forma, perderia o efeito surpresa... O verso da música da introdução, “I can´t take my eyes of you”, dá a impressão de que você está prestes a assistir mais um filme mamão com açúcar. Mero engano... O filme todo é um tapa na cara. Quer mamão com açúcar? Compra na feira. Quer carinho, atenção, cuidado? Troque por um carro do ano ou por meia dúzia de “eu te amo”s... Não, o filme não é ruim. Ruim é o gosto de ‘deja vu’ que ele deixa na boca. Principalmente se você for solteiro e estiver acabando de voltar de um carnaval daqueles. O filme engasga porque é estranhamente familiar. Você já beijou um estranho, sem sequer saber-lhe o nome. Você já fez sexo sem amor. Você já fez sexo por interesse. Você já traiu, mentiu, dissimulou. Você já beijou o fulano que estava beijando seu(ua) amigo (a). Você já disse adeus a alguém que amava. Ou dizia que amava. Afinal, você ainda não encontrou o amor da sua vida, mas já disse dezenas de “eu te amo” perdidos ao vento, como quem diz que vai ali buscar uma água. Em qualquer dessas situações, a carapuça serve. Para quase todos que estão, pelo menos, beirando os 20 anos de idade. E é por isso que o filme incomoda.
Incomoda saber o quanto a mentira anda próxima no nosso dia a dia, naturalmente. Incomoda saber o quanto nos deixamos levar por desejos e impulsos irracionais. Incomoda sentir que fazemos parte deste circo, mesmo sem querer. Fato: Festa, você e sua amiga. Sabe aquele carinha ali? Fiquei/transei/peguei anteontem. Ele vai passar por você, sem que se digne a cinco minutos de conversa amigável. Apenas um oi, e vai medir sua amiga de cima a baixo, como uma costureira, bunda x cintura x peito. Vai calcular o prazer que pode ser dali extraído. Normal. Você e sua amiga já estão acostumadas a isso. Provavelmente você ainda irá aconselhá-la, se vale a pena ou não. “Homem não presta”... e daí?, a gente também não! Abro parênteses. A situação acima exemplificada teve por protagonista a alma feminina apenas por força do hábito. Observe o atento leitor que a situação poderia ser invertida. É, inclusive, o que mais ocorre hoje em dia. A diferença estaria, talvez, no desfecho da situação: o homem “caçado” inverte os papéis e sai se sentindo o próprio garanhão. A mulher “caçada” ainda pode sentir alguma mágoa ou remorso. Mas são apenas vestígios de uma tradição cultural machista. Fecho parênteses.
Mas enfim, qual é a grande preocupação? Ora, o grande conselho que recebemos, todos os dias, manda viver o momento, enterrar o passado e esquecer o futuro. Afinal de contas, ficou cientificamente provado que o bicho homem é naturalmente poligâmico. Na selva urbana, a vida é uma guerra, o momento é agora. Escolha sua caça. A cena final do filme repete a música de início, e se apresenta comum aos nossos olhos: mulher bonita qualquer, passando numa rua qualquer. “I can´t take my eyes of you”, porque você é meu pedaço de carne. Poderia ser de qualquer um. Será de quem agir primeiro. Homem, bicho homem. Animal racional. Mas onde está a racionalidade aí? Relações frias, impessoais, cínicas, sub-humanas. Sonhos? Honestidade? Confiança? Ficaram perdidas, trancafiadas no mundo infantil. Hoje não há mais tempo nem espaço para isso. Você cresceu. E por onde passa, só se vê selvageria. Não! Não falo de guerras, fome, corrupção; isso a gente ouve falar, mas normalmente não vê. A selvageria está muito mais próxima. Nos egoísmos, interesses, falsidades, no levar vantagem em tudo, por cima de tudo, na luta diária e furiosa pelo pedaço de carne. Seu coração ainda bate ao ler tudo isso? Então trate de afogá-lo. Nesta locomotiva chamada modernidade, o coração não passa de um músculo vermelho e sangrento, do tamanho do seu punho fechado. Pára esse trem que eu quero descer. P.S.: O tom do texto é amargo como o filme. É claro que o filme mostra apenas o lado irracional e hipócrita dos relacionamentos... Por isso mesmo, esta jovem autora ainda acredita no coração e na sensibilidade humana, a serem salvos como numa Arca de Noé. Basta que mais pessoas acreditem e também saltem do trem.
Escrito por Loris �s 14h54
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
a oscarização do carnaval
Brasil, país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Aqui, temos de tudo um pouco. Milhões de pessoas em 500 anos de miscigenação. Presidiário bonzinho e político ladrão. Mendigo sendo queimado e favelas cercadas. Tem de tudo.
Ah é! Tem fevereiro também. E em fevereiro tem carnaval, uma festa típica brasileira.
Opa! Todo mundo pensa que o Carnaval é uma festa típica do Brasil. Mas todo esse fuzuê existe desde a Antigüidade e data de 605 a.C. O Carnaval originário tem início nos cultos agrários da Grécia. Com o surgimento da agricultura, os homens passaram a comemorar a fertilidade e produtividade do solo.
A Igreja Católica (sempre ela...) dá uma pausa na folia e depois permite-a em 590 d.C. A instituição condenava a festa por seu caráter pecaminoso. No entanto, as autoridades eclesiásticas da época se viram num beco sem saída. Não era mais possível proibir o Carnaval. Foi então que houve a imposição de cerimônias oficiais sérias para conter a libertinagem. Mas esse tipo de festa batia de frente com a principal característica do Carnaval: o riso, a brincadeira...
O primeiro foco de concentração carnavalesca se localizava no Egito (quem diria, além das pirâmides, dos faraós e de espalhar a cerveja, eles fizeram o primeiro baile de carnaval). A festa era nada mais que dança e cantoria em volta de fogueiras. Os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.
Como tudo que vem do Oriente Médio e da África, a tradição se espalhou por Grécia e Roma, pro volta dos séculos VII a.C. e VI d.C. A separação da sociedade em classes fazia com que houvesse a necessidade de válvulas de escape. É nessa época que sexo e bebidas se fazem presentes na festa (um viva à Baco!).
Em seguida, o Carnaval chega em Veneza para, então, se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características atuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles... (as figuras de pierrô e colombina vêm daqui).
Em 1545, no Concílio de Trento, que o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua. Em 1582, o Papa Gregório XIII transforma o Calendário Juliano em Gregoriano e estabelece as datas do Carnaval. O motivo da mobilidade da data é não coincidir com a Páscoa Católica, que não pode ter data fixa para não coincidir com a Páscoa dos judeus.
Certo. Agora, chega de História, o vestibular acabou.
Ligue a televisão. Olhe a Globeleza com aqueles peitões de silicone. Se você sentir empatia com os norte-americanos, não vai notar nada de errado. Agora, se ocorrer-te o contrário...
O silicone é acessório de moda deles. Notem também, durante os desfiles o quão hollywoodiano se tornou o desfile do carnaval carioca. O paulista não deixa nada para trás. Legal é o trio elétrico em Salvador e o Frevo em Olinda e Recife (ainda acho que a capital do frevo é Olinda, mas insistiram que é Recife).
Milhões de reais são empregados em toda essa majestosidade. Tudo bem, os materiais das fantasias e dos carros alegóricos são recicláveis. Mas o dinheiro poderia ser empregado de maneira melhor num país que tem tudo aquilo citado no parágrafo inicial.
É tudo muito bonito, é tudo muito grandioso. Mas, poderia ser feito de maneira diferente, voltada para a otimização dos lucros para todos. Ao invés de colocar aquele estilista homossexual para confeccionar todas as fantasias, porque não dar chance para estudantes universitários que ainda não possuem um nome, mas, têm, e dependendo, mais criatividade que o estilista famoso? E as costureiras? Que tal dar esse serviço para os presos para poder diminuir a pena e dar uma utilidade a 1 milhão de marmanjos que não fazem nada além de se matar por um cigarro em celas apertadas? E os políticos ladrões? Eles podem desfilar de peitinho de fora. Todo mundo ai adorar vê-los pagando mico na passarela.
Então, vamos vivendo nesse país, onde o carnaval acontece de verdade é de Fevereiro a Fevereiro.
O oscar desse ano vai para qual escola de samba?
Escrito por Master �s 21h32
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
veni, vidi, vinci
Já ouvi lendas sobre bichos grandes, com bocas grandes, capazes de dar mordidas grandes. Já ouvi lendas sobre bichos voadores, que cospem fogo, que dão rasantes em pequenas vilas de pequenas pessoas e queimam tudo. Já ouvi lendas sobre Gigantes com enormes clavas, com um olho só, comedores de criancinhas, que moravam em castelos no céu. Lendas sobre ifrites, fadas, deuses, criaturas fantásticas e tudo o que tem direito eu já ouvi.
Mas, de todos esses bichos, de todos esses seres, nenhum (eu disse nenhum) se compara ao Bicho de Sete Cabeças.
Quem é Fenrir, quem é Polifemo, quem é Cérbero, quem é Tiamat, quem é qualquer criatura com poderes massivo-destruidores perto desta criatura. Ela é capaz de deixar seqüelas psíquicas em qualquer ser humano. Ela causa nervosismo apenas com o mero citar de seu nome.
Eu vim...
Armado de borracha, caneta azul e lapiseira 0.5, caminhei até o local da batalha. Levado por uma carruagem metálica conhecida como Uninho 1.0 cheguei a tempo de não perder o começo da batalha.
Eu vi...
Era uma média de seis combates por dia. O monstro me atacava por todos os lados. O nervosismo alheio, os idiotas tentando intimidar, o suor, o calor, a impaciência, o atraso. Sim, eu vi tudo isso acontecendo.
Eu venci...
Almoçando, ontem, me liga um amigo dizendo: "parabéns cara!". São Tomé né? Fiquei 4 horas na frente do site da UFMG (que porcaria não? uma universidade federal não possuir um sistema de acesso melhorzinho né?). Enfim, vi meu maldito nome lá.
De vitórias pessoais, todos aquelas que passaram, estão cheios! Provaram para os pais, provaram para os amigos, provaram para si mesmos, conseguiram resolver uma determinada prova, conseguiram entrar lá.
Vestibular é uma forma de terrorismo. É uma maneira atrasada de avaliação. É algo que poderia ser trocado. Deveria ser. O Brasil sofre por não ter pessoas aptas a trabalharem em alguns setores.
Às vezes, podemos dizer que é isso que a elite quer. Menos pessoas instruídas. Menos pessoas pensantes. Então, vamos fazer um gargalo na especialização das mesmas. Assim, elas não perceberão o que estamos fazendo por aqui.
Em contrapartida, pode-se dizer que o vestibular é um instrumento seletivo. Que apenas quem merece pode e deve estudar. Apenas o merecedor do conhecimento passará.
Porra nenhuma.
Numa opinião radical que já escutei, disseram-me que seria interessante se a Universidade Federal fosse apenas para os pobres e as particulares para os ricos e/ou aqueles que pudessem pagar.
Muita gente viaja em muito lugar, muito longe, muito errado.
Acho tudo isso uma grande perda de tempo. Gargalos aqui, gargalos ali, o Brasil continua sendo um país de mentalidade retrógrada. Vestibular para conseguir um bacharelado. Provas para conseguir títulos. Testes para conseguir documentos. Teses e monografias para obter Pós, Mestrado e Doutorado. Porque eles atrapalham tanto a evolução do pensamento? Porque dificultam tanto as coisas? Porque a dificuldade consegue ser a mais cruel de todas?
Assim como disse ao longo desse ano, brincando de ser presidente da república:
Vestibular é que nem natal. Todo final de ano tem. Só ganha presente quem estudou.
Obrigado a todos que acreditaram em mim. E como forma de desabafo...
ENFIA A FÍSICA NO CU UFMG!
(ufa...)
Escrito por Master �s 20h42
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
[ p�gina principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
|
 |
|